Engraçado, chegamos ao planeta completamente despidos, contudo, adentramos em um contínuo e progressivo processo de incorporação valorativa, transportando-nos para o sufocante estágio da adequação social. Emcobrem-nos com roupas artificiais, elementos padronizados, tudo isso na interminável fábrica da alienação e exterminação humana.
É preciso rebeldia para ser crítico, pensante, analítico, militante. A nudez em nossa base conservadora é associada a um pecado, claro, representa a quebra de um padrão e de certa forma aponta para um tempo histórico onde não existia a desigualdade hoje imperante.
O nu choca, enfrenta paradigmas, estimula reflexões e por isso adoro esse vocábulo, sendo assim não vejo forma mais apropriada de iniciar esse blog.
Não sou poeta e jamais aceitaria esse rótulo, o máximo que faço é uma constatação da realidade, rígida, valente, atrevida, voraz, sou um sociólogo sem canudo, um revolucionário sem fama, um jovem sem pudor, na guerra da mudança, guiado pela esperança e a serviço do amor.
Aqui discutirei a realidade, em um espaço tão meu quanto plural, tão previsível quanto incerto, amplamente conflitante e contraditório conforme a vida e o mundo, será banhado de idéias, projetos, lutas, convocações, desabafos, tristezas, vitórias, estórias e inspirações.
Que venha mais malucos idealistas, sofredores e atistas, boêmios e equilibristas nesse universo de pedra, de força e de guerra, de ataques de brita.
Muito prazer, Bruno Horwatitsch Cunha.
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