segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O Negócio é o seguinte....

Eu não consigo afastar meu espírito inquieto, transformador e impulsivo, acredito nesse contato com o mundo em que vivemos e a constatação de que somos produto e produtores da história, e assim como apresentam-nos, podemos modificá-la, é preciso irreverência, atrevimento, eloquência, persistência e muita força.

A estou designado a quebrar todas barreiras que separam-me da sociedade, da verdade, do povo, da luta, do combate. Que queime a temerosidade, que aniquile a incerteza, viver é agora, ou desprendemos para a vida ou caminhamos em largos passos perante a morte.

Quero fazer história, marcar, mudar, conquistar, invertes axiomas, incentivar o despertar, ofereço meu espírito jovem, minha eterna vontade estudantil e meu caráter solidificado, sei que essa ânsia e vontade não são unicamente meus, e tenho consciência de que só nada se altera.

Esse processo modificativo obriga-nos a respirar educação, e essa não é possível sem choque, contato e troca.

Todos que queiram agregar esforços, potencilidades e força, venham, vamos, a diante, bravos, juntos, para dar um pouco de cor a esse mundo.


Os sonhos devem ser ditos para começar a se realizarem. E como todo projeto, precisam de uma estratégia para serem alcançados. O adiamento destes sonhos desaparecerá com o primeiro movimento. ( Paulo Coelho).

Nudez Sensata.

Engraçado, chegamos ao planeta completamente despidos, contudo, adentramos em um contínuo e progressivo processo de incorporação valorativa, transportando-nos para o sufocante estágio da adequação social. Emcobrem-nos com roupas artificiais, elementos padronizados, tudo isso na interminável fábrica da alienação e exterminação humana.

É preciso rebeldia para ser crítico, pensante, analítico, militante. A nudez em nossa base conservadora é associada a um pecado, claro, representa a quebra de um padrão e de certa forma aponta para um tempo histórico onde não existia a desigualdade hoje imperante.

O nu choca, enfrenta paradigmas, estimula reflexões e por isso adoro esse vocábulo, sendo assim não vejo forma mais apropriada de iniciar esse blog.

Não sou poeta e jamais aceitaria esse rótulo, o máximo que faço é uma constatação da realidade, rígida, valente, atrevida, voraz, sou um sociólogo sem canudo, um revolucionário sem fama, um jovem sem pudor, na guerra da mudança, guiado pela esperança e a serviço do amor.

Aqui discutirei a realidade, em um espaço tão meu quanto plural, tão previsível quanto incerto, amplamente conflitante e contraditório conforme a vida e o mundo, será banhado de idéias, projetos, lutas, convocações, desabafos, tristezas, vitórias, estórias e inspirações.

Que venha mais malucos idealistas, sofredores e atistas, boêmios e equilibristas nesse universo de pedra, de força e de guerra, de ataques de brita.

Muito prazer, Bruno Horwatitsch Cunha.